Este post contém links afiliados. Isso significa que podemos receber uma pequena comissão caso você reserve por meio deles, sem custo extra para você.
Se existe um lugar capaz de impressionar até quem já visitou outros destinos de praia no Caribe, esse lugar é San Andrés.
A pequena ilha colombiana ficou famosa pelo chamado “Mar de Sete Cores”, uma combinação de diferentes tons de azul e verde que parecem ter sido editados em uma fotografia. Mas a verdade é que, ao vivo, o visual consegue ser ainda mais bonito.
Além das praias paradisíacas, San Andrés oferece excelentes pontos de snorkel, ilhas próximas, naufrágios, bares flutuantes, boa gastronomia e até oportunidades de compras com preços interessantes graças ao regime fiscal especial da ilha.
Antes de falarmos sobre o nosso roteiro, vale compartilhar algumas informações importantes para quem está planejando viajar para San Andrés.
Documentação necessária
A primeira delas é que todos os visitantes precisam adquirir a Tarjeta de Turismo, uma taxa obrigatória para entrar na ilha. No nosso caso, compramos a tarjeta diretamente no balcão de check-in da companhia aérea Copa Airlines, ainda no Brasil, antes de embarcarmos para a Colômbia. O processo foi simples e rápido, mas recomendamos confirmar previamente com a sua companhia aérea como funciona a emissão do documento, já que os procedimentos podem variar.
Outro ponto importante é a documentação necessária para a viagem. Muitos brasileiros sabem que é possível entrar na Colômbia utilizando apenas o RG em bom estado de conservação e emitido há menos de 10 anos. Porém, é fundamental verificar todas as escalas do seu voo. Dependendo da rota escolhida, pode haver conexão em países que não fazem parte do Mercosul, e nesses casos o passaporte pode ser exigido para o embarque ou trânsito internacional. Portanto, antes de viajar, confira cuidadosamente os requisitos de todos os países pelos quais irá passar.
Além disso, brasileiros não precisam de visto para entrar na Colômbia para fins turísticos, para permanecer por até 90 dias. No entanto, é obrigatório preencher o Check-Mig, um formulário eletrônico da autoridade migratória colombiana que reúne informações sobre o viajante, como dados pessoais, voo e hospedagem. O preenchimento pode ser realizado a partir de 72 horas antes do embarque e deve ser apresentado às autoridades migratórias quando solicitado.
Sobre a viagem
Nossa chegada a San Andrés aconteceu após alguns dias em Providencia, outra ilha caribenha colombiana que visitamos antes desta etapa da viagem (caso queira saber mais, leia este post). Saímos de Providencia em direção a San Andrés e, apesar da curta distância entre as ilhas, já foi possível notar algumas diferenças entre os destinos. Enquanto Providencia possui um perfil mais tranquilo e preservado, San Andrés é mais movimentada, com maior oferta de restaurantes, comércio, passeios e infraestrutura turística.
Uma das coisas que mais nos surpreendeu foi a transparência da água. Em praticamente todos os pontos da ilha é possível enxergar o fundo com facilidade, o que faz de San Andrés um excelente destino para quem gosta de snorkel.
Além disso, durante toda a viagem utilizamos eSIM internacional da Airalo para ter internet funcionando o tempo todo, algo que ajuda bastante, principalmente durante a volta na ilha. Além do ótimo custo-benefício, o serviço funcionou super bem. A Airalo oferece diferentes tipos de pacotes, e tanto a ativação quanto o uso são muito simples. Clique aqui para conferir as opções disponíveis e entender melhor como funciona o eSIM.
Neste post compartilhamos exatamente como foi o nosso roteiro de 5 dias em San Andrés, incluindo passeios, restaurantes, dicas importantes e tudo aquilo que faríamos novamente — ou evitaríamos — em uma próxima visita.
🗓️ Dia 1 – Chegada, praia de Spratt Bight e centrinho
Chegamos em San Andrés por volta das 9h30 e seguimos diretamente para o Caribe Diez Apartahotel, que fica localizado na região central da ilha e próximo dos principais atrativos.
Apesar do quarto ainda não estar disponível, o hotel permitiu que deixássemos as malas guardadas em um depósito e utilizássemos o banheiro para trocar de roupa antes de irmos para a praia.
Um detalhe que gostamos bastante foi que o hotel disponibiliza água potável e café gratuitamente para os hóspedes 24h/dia.
⚠️Importante: a água da torneira não é potável e, ainda, é salobra. Por isso, é recomendável beber apenas água potável engarrafada, de preferência mineral.


Outro ponto importante sobre o hotel é que ele não disponibiliza água quente nos chuveiros, algo que, segundo percebemos, é bastante comum em muitas hospedagens da ilha. Apesar disso, não consideramos isso um problema. Como o clima é quente durante praticamente todo o ano, a temperatura da água acaba sendo agradável e suficiente para um banho confortável, sem causar qualquer desconforto.
Já trocadas, seguimos para a Praia de Spratt Bight, na altura do Hotel Casa Blanca.
Como não conseguimos esperar muito, deixamos nossas coisas na areia e fomos direto para a água.
A temperatura do mar estava deliciosa e, apesar da presença de algumas algas nessa região da praia, conseguimos fazer snorkel e observar diversos peixes, incluindo um baiacu.






Por volta das 15h fomos almoçar no Café Café, um dos restaurantes mais famosos da ilha.
Tínhamos lido que o ideal era chegar próximo ao horário do almoço para evitar filas e realmente funcionou. Fomos atendidas rapidamente e a comida estava excelente.
Um destaque especial vai para a limonada de coco, que entrou facilmente no ranking das melhores da viagem.



Depois do almoço fomos até a Bubble Waffles, localizada logo em frente, para experimentar alguns sabores de gelato.
Passamos o restante da tarde caminhando pelo centro da cidade, trocamos dinheiro na Camel Câmbio e compramos baterias extras para a GoPro.
💡Dica: San Andrés possui um regime tributário especial dentro da Colômbia. Por isso, muitos produtos importados chegam à ilha com carga tributária reduzida e, em alguns casos, isenta, tornando perfumes, cosméticos, eletrônicos e bebidas com preços atrativos.
Ainda assim, vale sempre comparar preços e verificar as regras da Receita Federal para bens trazidos do exterior, antes de realizar compras maiores.
Antes de retornarmos ao hotel, passamos no mercado Super Jack para comprar alguns itens para o café da manhã, já que nossa hospedagem não oferecia essa refeição.
À noite jantamos no restaurante Buda.
O ambiente é bonito, sofisticado e agradável. Apesar dos preços serem um pouco mais altos, a qualidade da comida compensou bastante.




🗓️ Dia 2 – Aquário, Johnny Cay e bares flutuantes
Este foi um dos dias mais esperados da viagem.
Acordamos às 5h da manhã e seguimos para a marina, onde embarcamos para um passeio privativo de barco com o amanhecer no Acuario Natural e visita a Johnny Cay e outros pontos.
Chegamos no Acuario por volta das 6h e praticamente não havia ninguém no local.
Assim que entramos na água vimos duas raias passando bem na nossa frente. Pouco depois apareceu um tubarão. Foi incrível!
A profundidade média do Acuario é de aproximadamente 1,5 metro e a transparência da água permite observar facilmente peixes, raias e pequenos tubarões.










💡Dica: Se puder, faça o passeio ao acuario no amanhecer, quando está mais vazio.
Quando saímos, por volta das 8h30, o local já estava completamente lotado.
Depois, seguimos para um ponto de snorkel sobre um pequeno naufrágio.
A quantidade de peixes era impressionante e foi ali que vimos, pela primeira vez, uma enorme barracuda, predador marinho esguio e muito rápido que possui um corpo alongado e pode atingir até 2 metros de comprimento.
A próxima parada foi El Palito. Apesar de não ser um local tão interessante para snorkel, é um ótimo ponto para relaxar e apreciar a paisagem.




Em seguida fomos para Johnny Cay.
Logo ao desembarcar, um funcionário nos explicou o funcionamento da ilha, informou sobre a cobrança das cabanas e orientou que fizéssemos imediatamente a reserva para o almoço, caso desejássemos comer por lá.
A água de Johnny Cay foi, na nossa opinião, a mais bonita de toda a viagem.
Ela é mais agitada do que a do Aquário, mas possui uma transparência e uma coloração difíceis de descrever.



A ilha é pequena e pode ser percorrida facilmente a pé.
Ao se afastar da área principal das cabanas, encontramos piscinas naturais rasinhas e quentinhas formadas entre as pedras. Também vimos um pequeno polvo e alguns outros animais presos nas formações rochosas devido à maré baixa.




Permanecemos em Johnny Cay até às 14:30h.
Antes de retornarmos para a marina, fizemos uma rápida parada nos famosos bares flutuantes, como o Ibiza.
É um ambiente voltado para quem gosta de música alta, bebidas e festa em pleno mar.


Como esse não era muito o nosso estilo, ficamos apenas alguns minutos antes de retornarmos.
Já em terra firme, passamos na Dudu’s Ice Cream para comermos um docinho antes de voltarmos ao hotel.
À noite assistimos ao pôr do sol na praia principal e encerramos o dia jantando na Eatalley.
Apesar do atendimento ter sido um dos piores da viagem, a pizza estava excelente.



🗓️ Dia 3 – Volta completa na ilha de mula
Chegou o dia de explorar San Andrés por conta própria.
Alugamos uma mula (como são conhecidos os carrinhos de golfe na ilha) e começamos o percurso logo pela manhã.
Nossa primeira parada foi o famoso letreiro de San Andrés.
💡Dica: Tente negociar para retirar a mula antes das 9h. Isso permite iniciar o passeio com menos trânsito e encontrar os atrativos mais vazios.
Seguimos então para o Eco Parque West View.
Fomos umas das primeiras visitantes do dia e aproveitamos toda a estrutura sem filas e aglomerações.
Além das áreas para banho, o local conta com trampolim, tobogã e acesso para a água por escadas.
Também é aqui que fica a famosa estátua de Poseidon, localizada a cerca de 5 metros de profundidade.




Depois seguimos para o Hoyo Soplador. Infelizmente esta acabou sendo uma das maiores decepções da viagem.
Após sermos abordadas por locais que nos incentivaram a estacionar e consumir nos bares da região, descobrimos que, naquela época do ano, o Hoyo Soplador simplesmente não espirrava água por conta das condições da maré.
Essa informação não havia sido mencionada antes.
Resultado: tomamos uma limonada de coco que nem estava boa, que foi muito cara e ainda fomos embora frustradas.
Continuamos o passeio em direção à Praia de San Luis. No caminho passamos pela famosa Rua das Palmeiras, que é muito bonita e rende ótimas fotos.


Depois almoçamos no Aqua Beach Club. Além da comida muito boa, o local oferece uma ótima estrutura para descansar e permite estacionar a mula gratuitamente mediante consumo mínimo.
Após o almoço fizemos snorkel até Rocky Cay. No caminho vimos raias, peixes e até pequenas lulas.





💡Dica: Caso decida atravessar caminhando, utilize sapatilhas aquáticas. Durante nossa visita vimos uma turista quase pisar em uma raia que descansava na areia. Por isso, proteger os pés com sapatilhas aquáticas pode ser uma boa ideia para evitar problemas maiores.
Ao chegar em Rocky Cay, uma das coisas que mais chama atenção é a presença de um enorme navio naufragado que pode ser visto facilmente da praia. A embarcação encalhou na região há décadas e, com o passar do tempo, acabou se transformando em uma espécie de recife artificial, servindo de abrigo para diversas espécies marinhas.
Inicialmente ficamos apenas observando da ilha, avaliando a distância e o movimento das embarcações que circulavam pela região. O naufrágio fica a aproximadamente 100 metros de Rocky Cay e, apesar de não parecer tão longe visualmente, o trajeto exige atenção, pois não existe uma área exclusiva para nadadores e os barcos passam entre a ilha e o navio.
Depois de observarmos outras pessoas realizando a travessia, resolvemos ir também.
Quando finalmente chegamos, ficamos impressionadas com o estado de conservação de algumas partes da embarcação. Apesar da ação do tempo, da água salgada e da corrosão, ainda era possível identificar diversas estruturas do navio, incluindo partes do casco, compartimentos internos e trechos metálicos que resistiram ao passar dos anos.



Demos a volta completa no navio observando os detalhes e a vida marinha ao redor. Em alguns pontos a profundidade era considerável, o que deixava a água ainda mais escura e aumentava a sensação de estar diante de algo gigantesco.
⚠️ Importante: apesar de ser uma experiência incrível, esse passeio exige alguns cuidados. Além da profundidade relativamente grande em determinados trechos, há circulação de barcos na região. Por isso, recomendamos que apenas pessoas que se sintam confortáveis nadando em mar aberto façam a travessia até o naufrágio. Se possível, utilize algum equipamento de cor chamativa e nunca vá sozinho.
Depois, saímos de lá e encerramos o dia assistindo ao pôr do sol na Playita de las Parceras. Foi um dos mais bonitos de toda a viagem.


À noite jantamos no restaurante Coral. O arroz de camarão que comemos ali foi simplesmente o melhor de toda a viagem. E a limonada de coco também merece destaque, sendo uma das melhores que tomamos!



🗓️ Dia 4 – Parasail e praia
Acordamos cedo e seguimos para o Muelle Cotton Cay, de onde sai o passeio de parasail. Chegamos por volta das 8h30 e fizemos o check-in enquanto observávamos as primeiras lanchas saindo para o mar.
💡Recomendação: Para realizar alguns dos passeios que fizemos na ilha, como no caso do Parasail, contamos com o apoio da agência Azul Profundo. Gostamos bastante do atendimento recebido, da organização das atividades e da pontualidade da equipe. Todos os passeios aconteceram conforme combinado, o que trouxe bastante tranquilidade durante a viagem.
Por volta das 9h30 fomos chamadas para embarcar em uma lancha junto com outros turistas. No total, éramos cerca de oito passageiros, além do instrutor e do marinheiro responsáveis pela atividade.
Antes da saída, o instrutor explicou todas as regras de segurança e mostrou como funcionaria o embarque e desembarque de cada pessoa. Apesar de ser um passeio que pode gerar um certo receio para quem nunca fez, a operação passa bastante segurança e tudo acontece de forma muito organizada.
Assim que a lancha chegou ao ponto adequado no mar, começaram os voos. Enquanto aguardávamos nossa vez, aproveitamos para admirar a paisagem. Mesmo do barco, a vista já era impressionante, com os diferentes tons de azul que fizeram San Andrés ficar conhecida como a ilha do Mar de Siete Colores.
Quando chegou a nossa vez, o instrutor colocou todos os equipamentos de segurança e nos orientou a sentar na parte traseira da embarcação. A partir daí, tudo aconteceu de forma muito mais tranquila do que imaginávamos.
Conforme a lancha acelerava, quase sem perceber, fomos deixando o barco para trás. Não existe aquele “tranco” brusco que muitas pessoas imaginam. A subida é extremamente suave e gradual. Primeiro você alcança alguns metros de altura e, aos poucos, vai subindo cada vez mais até chegar próximo dos 100 metros acima do mar.
A sensação lá em cima é difícil de descrever.
Ao contrário do que imaginávamos, não sentimos medo em nenhum momento. O que mais nos marcou foi a tranquilidade. O barulho da lancha praticamente desaparece e dá lugar a um silêncio impressionante. É uma experiência muito diferente de outras atividades de aventura porque, ao invés de adrenalina intensa, o que sentimos foi uma enorme sensação de paz.
Do alto é possível observar toda a costa de San Andrés, os recifes de corais e as diferentes tonalidades do mar, que variam entre azul-claro, turquesa, verde-esmeralda e azul-escuro. Ver o famoso Mar de Sete Cores dessa perspectiva faz o passeio ganhar uma dimensão completamente diferente.
Ficamos aproximadamente cinco minutos voando, tempo suficiente para admirar a paisagem, tirar fotos e simplesmente aproveitar o momento.
Se tivéssemos que escolher uma atividade para indicar para quem visita San Andrés pela primeira vez, o parasail certamente estaria entre as nossas recomendações. É um passeio tranquilo, seguro, proporciona uma vista incrível da ilha e permite enxergar o famoso Mar de Sete Cores de um ângulo completamente diferente.
💡Dica: O parasail é um dos passeios mais procurados de San Andrés e muitas pessoas acabam voltando para casa sem conseguir realizá-lo. Isso acontece porque a atividade depende diretamente das condições do vento e pode ser cancelada ou remarcada caso o clima não esteja favorável. Por isso, recomendamos fazer a reserva com alguma antecedência — cerca de uma semana costuma ser suficiente na maioria das épocas do ano — e, principalmente, agendar o passeio para os primeiros dias da sua estadia na ilha. Assim, caso ele seja cancelado por questões climáticas, você ainda terá tempo para tentar remarcar antes do fim da viagem.



Ao retornarmos para a marina por volta das 11h30, seguimos direto para a Praia de Spratt Bight, a principal praia de San Andrés e uma das mais movimentadas da ilha.
💡Dica: Se você pretende passar bastante tempo em Spratt Bight, recomendamos procurar um lugar mais para o lado esquerdo da praia (considerando quem está olhando para o mar), na direção do aeroporto. Durante os dias em que estivemos na ilha, percebemos que essa região costumava ser menos movimentada e apresentava uma quantidade menor de algas (sargaço), tanto na água quanto na areia. Além disso, por concentrar menos pessoas, o ambiente acaba sendo mais tranquilo para relaxar e aproveitar o mar com calma.
Como queríamos aproveitar o restante do dia sem pressa, alugamos uma das cabanas (carpas) que ficam montadas na areia. Apesar de ser um custo adicional, achamos que valeu a pena pela comodidade, principalmente porque o sol em San Andrés costuma ser bastante forte durante boa parte do dia. Ter uma sombra garantida para descansar entre um mergulho e outro fez toda a diferença.
Depois de descansar um pouco, fomos almoçar no restaurante Icelander, que fica em frente à praia.
O restaurante nos surpreendeu positivamente. O espaço é amplo, confortável, o atendimento foi bastante cordial e a comida estava muito saborosa.
Além disso, logo na entrada existem alguns bancos acolchoados onde é possível descansar enquanto aguarda uma mesa ou simplesmente aproveitar alguns minutos longe do calor. É um daqueles restaurantes que acabam funcionando como uma pausa estratégica durante o dia.


Após o almoço, resolvemos fazer uma parada na Sweet Avenue para experimentar algumas sobremesas.
A doceria possui uma grande variedade de doces, bolos, chocolates e sorvetes, sendo uma ótima opção para quem quer fugir um pouco das sobremesas tradicionais encontradas nos restaurantes da ilha.
Provamos alguns doces e gostamos bastante da qualidade dos produtos. O ambiente também é bonito e bem decorado, embora o atendimento tenha sido apenas razoável durante a nossa visita.


Depois, voltamos para a praia para ver o pôr-do-sol, antes de retornarmos ao hotel.



À noite jantamos no PeruWok. O restaurante é grande e no fundo existe uma varanda com vista para o mar, onde é possível jantar ouvindo apenas o som das ondas.
O ambiente é agradável, a música é tranquila e o atendimento foi excelente do início ao fim.
Como não poderíamos deixar de experimentar uma das especialidades da casa, pedimos ceviche. O prato estava muito fresco, bem servido e cheio de sabor.
Encerramos o dia caminhando pelo centrinho antes de voltar para o hotel.
🗓️ Dia 5 – Praia, La Regatta e artesanato
Depois de alguns dias acordando cedo para fazer passeios, decidimos reservar esse dia para aproveitar San Andrés com mais tranquilidade.
Acordamos com calma, tomamos café da manhã e seguimos para a Praia de Spratt Bight.
Uma das coisas que mais gostamos em Spratt Bight é justamente a facilidade de acesso. Como a praia fica praticamente no centro da ilha, você encontra restaurantes, mercados, farmácias, casas de câmbio e lojas a poucos passos da areia. Isso faz dela um ótimo lugar para passar um dia mais tranquilo sem precisar se preocupar com deslocamentos.
Por volta das 11h30 começamos a nos preparar para o almoço, já que nosso destino naquele dia era um dos restaurantes mais famosos e disputados de toda a ilha: o La Regatta.




Chegamos ao restaurante por volta das 12h, exatamente no horário de abertura.
Essa foi uma decisão acertada.
Assim que entramos, ainda havia algumas mesas disponíveis e fomos acomodadas rapidamente. Porém, ao longo dos minutos seguintes, o restaurante foi enchendo e, quando saímos, já havia uma fila considerável de pessoas aguardando por uma mesa.
💡 Dica: Se você pretende conhecer o La Regatta, recomendamos se planejar com antecedência. O restaurante aceita reservas apenas para o jantar, e elas costumam ser bastante disputadas, exigindo uma antecedência mínima de cerca de dois meses. Como não conseguimos garantir uma mesa para o período da noite, optamos por visitá-lo no almoço — e acreditamos que foi uma ótima escolha. Nesse horário, o restaurante não trabalha com reservas, o movimento costuma ser menor e, caso haja fila, o atendimento acontece por ordem de chegada. Chegando próximo ao horário de abertura, conseguimos uma mesa sem dificuldade e aproveitamos a experiência com muito mais tranquilidade.
O restaurante possui uma decoração bastante característica e temática, remetendo ao universo náutico. Grande parte da estrutura fica suspensa sobre a água, proporcionando uma vista muito bonita do mar e do cais.
Muitas pessoas costumam se arrumar bastante para almoçar ou jantar ali, tornando a experiência quase um evento em si.
Nós, por outro lado, fomos direto da praia, com roupas leves e bem informais. E não fomos as únicas. Apesar de haver muitos visitantes mais arrumados, também vimos vários turistas chegando diretamente dos passeios ou da praia.
Para o almoço pedimos dois pratos que estavam entre os mais recomendados da casa: o arroz de camarão e a carbonara de siri. Ambos estavam excelentes.
O arroz de camarão era muito saboroso, com frutos do mar frescos e bem temperados. Já a carbonara de siri foi uma das combinações mais diferentes que experimentamos durante toda a viagem e nos surpreendeu bastante positivamente.


Ao sairmos do La Regatta, atravessamos a rua e fomos conhecer a pequena feira de artesanato que acontece naquela região.
Gostamos bastante de passear por ali porque foi uma oportunidade de apreciar o trabalho dos artesãos locais, conhecer um pouco mais da cultura da ilha e fomentar o comércio dali.



Depois do almoço retornamos para Spratt Bight.
A ideia inicial era passar apenas algumas horas por lá, mas acabamos ficando praticamente o restante da tarde inteira.
Já no final da tarde, quando o sol começava a perder força, resolvemos fazer uma pausa para um lanche.
Nossa escolha foi a Bread Fruit, uma padaria bastante conhecida na ilha e que possui algumas unidades espalhadas por San Andrés.
Entramos sem grandes expectativas e acabamos sendo surpreendidas pelo brownie que pedimos.
Ele estava extremamente macio, úmido na medida certa e foi uma ótima pedida para acompanhar aquele fim de tarde.


Depois do lanche, retornamos ao hotel para tomar banho e saímos à noite para jantar no Super Êxito Schwarma.
O local funciona em formato de fast-food árabe. Você faz o pedido no balcão, recebe uma senha e aguarda ser chamado quando a comida fica pronta.
A comida estava boa, mas sem grandes destaques. Depois de termos conhecido restaurantes como Coral, Café Café, Buda, Icelander e La Regatta, o Schwarma acabou ficando entre as refeições mais simples da viagem.
Após o jantar, caminhamos mais um pouco pelo centro de San Andrés, aproveitando as últimas horas daquele clima caribenho que tanto gostamos.
Em seguida voltamos para o hotel, terminamos de organizar as malas e fomos descansar, já que no dia seguinte acordaríamos bem cedo para seguir rumo a Cartagena, nosso próximo destino na Colômbia.
Compartilhamos abaixo os pontos principais da ilha para auxiliá-lo quando estiver planejando a sua viagem para San Andrés.
Esperamos que tenha gostado deste post.
Até a próxima! 🙂
